Dias longos

B2
Nature daylight hours midnight sun

Preenche os espaços em branco com as palavras em falta.

Nuno e Marta falam sobre os dias longos em Lisboa e o sol da meia-noite na Noruega.

Dias longos
Dias longos
tantas horasaquisurrealpor esta alturasol da meia-noiteexcessonuncaadorobaralharnove da noite

Nuno: Já viste como os dias estão longos? Ontem às ainda estava dia!

Marta: Ah, eu . Esta altura do ano é mágica. 

Nuno: É porque o sol anda lá mais em cima, não é? percebi bem como funciona.

Marta: É como dizes. , o sol anda mais a pique e fica lá em cima no céu durante mais tempo. É por isso que temos de luz agora no verão.

Nuno: Olha, em Lisboa o sol está a nascer antes das seis e só se põe lá depois das nove. É muita luz!

Marta: Pois é. Mas no norte da Noruega o sol nem se chega a pôr nos meses de junho e julho. É o famoso “”.

Nuno: Ui! Isso deve ser . Como é que se pode dormir com o sol a bater na janela às três da manhã?

Marta: Não sei, mas deve o nosso relógio interno. Não era eu que queria viver nessas latitudes. 

Nuno: Eu também não.  Acho que aquele de estímulo me ia desregular o sistema. Se bem que a gente com o tempo se ia habituar…

Marta: Sim. Olha. é como dizia o Fernando Pessoa: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se.”

Original

Nuno: Já viste como os dias estão longos? Ontem às nove da noite ainda estava dia!

Marta: Ah, eu adoro. Esta altura do ano é mágica. 

Nuno: É porque o sol anda lá mais em cima, não é? Nunca percebi bem    como funciona.

Marta: É como dizes. Por esta altura, o sol anda mais a pique e fica lá em cima no céu durante mais tempo. É por isso que temos tantas horas de luz agora no verão.

Nuno: Olha, aqui em Lisboa o sol está a nascer antes das seis e só se põe lá depois das nove. É muita luz!

Marta: Pois é. Mas no norte da Noruega o sol nem se chega a pôr nos meses de junho e julho. É o famoso “sol da meia-noite”.

Nuno: Ui! Isso deve ser surreal. Como é que se pode dormir com o sol a bater na janela às três da manhã?

Marta: Não sei, mas deve baralhar o nosso relógio interno. Não era eu que queria viver nessas latitudes. 

Nuno: Eu também não.  Acho que aquele excesso de estímulo me ia desregular o sistema. Se bem que a gente com o tempo se ia habituar…

Marta: Sim. Olha. é como dizia o Fernando Pessoa: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se.”

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